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O piloto Charrua Racing, Luiz Carlos Ribeiro, atual campeão do Mercedes-Benz Challenge 2016, participou da tradicional prova de resistência do automobilismo nacional: as 12 Horas de Tarumã. A equipe de Ribeiro conquistou o primeiro lugar na categoria Turismo Super, e participou da segunda categoria mais importante da prova, a P2, na qual a equipe alcançou boas posições, mas a quebra do semieixo levou o carro aos boxes mais cedo.

As 12 Horas de Tarumã reuniram, nesse fim de semana, nos dias 16 e 17 de dezembro, os melhores pilotos dos campeonatos de automobilismo nacional, como, da Stock Car, Fórmula Truck, Mercedes-Benz (Luiz Carlos Ribeiro), campeonato brasileiro da Copa Petrobrás de Marcas, entre outros. “É como se fosse o fechamento do ano para o automobilismo”, resume Ribeiro.

Com 24 carros, o grid de largada era formado por 11 carros mais competitivos. Luiz Carlos Ribeiro formou equipe com os pilotos, Rodrigo Ribas, Luis Eduardo Fuentes e Cléber Vieira, pilotando o protótipo 1201 Aldee. A equipe conquistou o primeiro lugar na categoria Turismo Super, e participou da P2, a segunda categoria mais importante da prova.

Nessa, a prova teve que ser abandonada, quando o semieixo do carro- estrutura que leva a potência do motor para as rodas- quebrou. “O carro estava bom, forte, andava muito rápido. Alcançamos boas posições, porém, o projeto ainda é novo, e tivemos que adaptar peças para encaixar o motor no carro, em nossa oficina, o que não deu muito certo”. Nesse ano, o carro usou um motor Honda Mugen, com câmbio inglês Hewland sequencial, o que pode ter colaborado para o incidente.

Essa é terceira vez que o piloto participa da prova. As 11 Horas de Tarumã têm como principal desafio a resistência, tanto dos pilotos quanto dos carros. Afinal, são 12 horas em alta velocidade, alcançando próximo de 220 km/h. Mesmo com as adversidades, Ribeiro comemora a bom desempenho. “Chegamos a estar bem colocados na corrida, na P2. Como era previsto, deu bastante problemas com os carros mais fortes”.

Em outras participações, o piloto andou em um GOL e a equipe ficou campeã na categoria Turismo Nacional. Em seguida, correu com o mesmo Honda (2016), só que a motorização era nacional e utilizava o câmbio H (câmbio normal de rua). “As 12 horas no fim do ano é mais um fechamento do ano. Pilotos de todos os lugares do país, de todas as categorias, se juntam no final de ano para tentar essa prova de longa duração. É a corrida mais importante de longa duração do Brasil, reconhecida mundialmente”, finaliza.

Categorias – São sete categorias, com distinções nas classificações de veículos e de potência: GP1, P2 e P3 (protótipos); GT1 e GT2 (esportivos adaptados a corridas, como Ferrari, Lamborghini e Maserati); TS e T (turismo, ou seja, carros de passeio adaptados).